sexta-feira, 11 de março de 2011

Porque escrevo - Débora Acácio e Fátima Mello (Fofinha)



Porque escrevo
Débora Acácio

Se você me perguntasse por que eu escrevo...
Eu te responderia..
Porque adoro... venero... amo a poesia..
E se pudesse em cada uma delas me transformaria
As alegrias, as tristezas... os sorriso, as lágrimas
Não importa viveria cada uma de suas linhas

Se você me perguntasse porque eu escrevo
Eu te responderia...
Porque perdi um pouco a fé... no homem..
Me iludi, desacreditei
Mas ai também entro em contradição.
E se for assim onde está a esperança ?
A força de uma grande paixão ?
A certeza de que cada alma tem
a sua gêmea para pisar e crescer unida aqui nesse chão?
São perguntas que calam fundo em meu coração.
Mas ai escrevo e como escrevo... para ela..
A solidão!

Se você me perguntasse porque escrevo
Eu te responderia
Porque Deus me deu em sua graça e misericordia
e aqui também respondo com lágrimas de todo romantico louco
uma alma sensivel de poeta.... que de tudo se apieda.
Que de qualquer quadro de profunda tristeza
encontra a mais bela nota de esperança
e sorriso que possa existir na natureza

mas antes de qualquer outra resposta
Eu te diria que escrevo para a minha
a sua, a nossa alma encantar...
Buscar mais  brilho e leveza
que só os sonetos e seus versos conseguem entoar
Buscar mais sensibilidade, sensualidade,
afabilidade, ternura nas entrelinhas
de toda e qualquer bela poesia.

Poesia e fé buscam palavras. O mundo tem um sentido,
uma razão que perpassa tudo o que foi criado, tudo isso,
bem ou mal, a serviço de uma unidade final
que vive na intuição" (Adélia Prado)

Um comentário:

  1. Poesia me encanta, fascina demais, sou grata a Deus por existirem homens que falam com o metal, parabéns a todos!!

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