Indagado sobre por que escrevia, o escritor inglês Graham Greene , repondeu
"por necessidade. Quando tenho um furúnculo e ele está maduro, eu o aperto".
"por necessidade. Quando tenho um furúnculo e ele está maduro, eu o aperto".
Escrevo por necessidade de respirar....
Uso o ar viciado em letras para sobreviver
aos meus sonhos e devaneios...
Inspiro letrinhas que bailam em minha volta
e expiro poesias prontas, textos teatrais,
músicas apaixonadas e causos que o cérebro encomenda...
Normalmente, entre um e outro verso, suspiro!
Edson C.Contar
A poetisa brasileira Hilda Hilst, comenta que
Uso o ar viciado em letras para sobreviver
aos meus sonhos e devaneios...
Inspiro letrinhas que bailam em minha volta
e expiro poesias prontas, textos teatrais,
músicas apaixonadas e causos que o cérebro encomenda...
Normalmente, entre um e outro verso, suspiro!
Edson C.Contar
A poetisa brasileira Hilda Hilst, comenta que
a questão de sexo na velhice não
atinge o poeta e afirma “Escrevo justamente para não envelhecer.
Posso ter 70 ou 80 anos, vou continuar erótica.
A imaginação vai assumindo o controle das
atinge o poeta e afirma “Escrevo justamente para não envelhecer.
Posso ter 70 ou 80 anos, vou continuar erótica.
A imaginação vai assumindo o controle das
lembranças e ninguém segura.
Sei respeitar a ausência do amado e ainda assim desejá-lo.
‘Desperdicei meu corpo para aliviar minha alma’,
acho que escutei isso num filme.”
Sei respeitar a ausência do amado e ainda assim desejá-lo.
‘Desperdicei meu corpo para aliviar minha alma’,
acho que escutei isso num filme.”

Nenhum comentário:
Postar um comentário