Ariano Suassuna diz que todas as histórias contadas por
ele “são recriações de histórias populares ou de histórias pessoais.
Eu tinha alguns encantamentos na infância. Entre esses,
os mais fortes era o circo e a leitura.
Como escritor, eu sou aquele mesmo menino que,
perdendo o pai assassinado no dia 9 de outubro de 1930,
passou o resto da vida tentando protestar contra
sua morte através do que faço e do que escrevo,
oferecendo-lhe precária compensação e, ao mesmo tempo, buscando
recuperar sua imagem, através da lembrança, dos depoimentos
dos outros, da palavras que ele deixou.”
Para Ariano “não existe diferença entre a literatura e a vida.
A literatura foi o caminho que eu encontrei
ele “são recriações de histórias populares ou de histórias pessoais.
Eu tinha alguns encantamentos na infância. Entre esses,
os mais fortes era o circo e a leitura.
Como escritor, eu sou aquele mesmo menino que,
perdendo o pai assassinado no dia 9 de outubro de 1930,
passou o resto da vida tentando protestar contra
sua morte através do que faço e do que escrevo,
oferecendo-lhe precária compensação e, ao mesmo tempo, buscando
recuperar sua imagem, através da lembrança, dos depoimentos
dos outros, da palavras que ele deixou.”
Para Ariano “não existe diferença entre a literatura e a vida.
A literatura foi o caminho que eu encontrei
para enfrentar essa bela tarefa de viver”
ESCREVER
Naidaterra
Que seria de mim sem um teclado,
um lápis, uma folha qualquer, uma vareta
para na areia ou na terra escrever...
Triste, alegre ou apaixonada,
o pensamento é quem comanda
e você simplesmente escreve...
Com um pincel e tinta, dou forma,
desenho e traço o meu sentir...
Quem vê, penetra com a alma
e lê com o coração...
Não me vejo sem a escrita,
meus rabiscos e meus desenhos...
Eu sonho, devaneio e minhas mãos,
simplesmente... navegam...

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