Ignácio de Loyola Brandão, romancista, diz que
"Escrevo para me divertir e divertir os outros"
.O escritor norte-americano Sidney Sheldom afirma
que não pretende passar mensagens ou lições éticas.
Seu objetivo ao escrever “ é que os leitores se
desliguem do mundo real.
Espero que esqueçam seu cotidiano
enquanto aquela ficção durar.
Meus livros são feitos para divertir “
Por que escrevo?
(Tereza da Praia)
Escrevo para brincar com as palavras.
Divertir os amigos e hostilizar os inimigos.
A palavra é minha arma,
meu instrumento perfuro-contudente.
Penetra na alma
Rasga, cala, fere...
Faz sangrar!
Quantas vezes me mataram?
Quantas vezes me fizeram ressuscitar!?
Palavras, palavras...
Amargas, doces, amorosas, perdoadoras...
Quantas vezes já rasguei?
Quantas vezes já cerzi ?
Quantas vezes emendei pedaços
Fiz colchas de mágoas...
Matei... Retalhei... salguei...
Por que escrevo?
Ora, escrevo para me divertir...
Para fugir...
para mentir
para dizer verdades
Para fingir
Para matar e para fazer ressurgir...
Penetrar no outro fazer sangrar, ou sorrir...
Acarinhar ou ferir...
(Tereza da Praia)
Escrevo para brincar com as palavras.
Divertir os amigos e hostilizar os inimigos.
A palavra é minha arma,
meu instrumento perfuro-contudente.
Penetra na alma
Rasga, cala, fere...
Faz sangrar!
Quantas vezes me mataram?
Quantas vezes me fizeram ressuscitar!?
Palavras, palavras...
Amargas, doces, amorosas, perdoadoras...
Quantas vezes já rasguei?
Quantas vezes já cerzi ?
Quantas vezes emendei pedaços
Fiz colchas de mágoas...
Matei... Retalhei... salguei...
Por que escrevo?
Ora, escrevo para me divertir...
Para fugir...
para mentir
para dizer verdades
Para fingir
Para matar e para fazer ressurgir...
Penetrar no outro fazer sangrar, ou sorrir...
Acarinhar ou ferir...
Herotodo afirmava que escrevia para
que a memória não se apagasse com o passar do tempo,
e para que os feitos não deixassem de ser lembrados
Para Pablo Neruda “A palavra tem sombra,
transparência, peso, plumas, pêlos"
que a memória não se apagasse com o passar do tempo,
e para que os feitos não deixassem de ser lembrados
Para Pablo Neruda “A palavra tem sombra,
transparência, peso, plumas, pêlos"

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